Espelhos não mentem, mas podem enganar.

Solidão: do Tinder a Edward Hopper

In Crônicas on 20 de fevereiro de 2016 at 14:34

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“O grande erro é que não queremos diversão, e sim companhia, disfarçada de um encontro casual ou (e agora atenção) de amor. Em suma, somos desesperadamente solitários. Buscamos preencher esse gritante vazio em nossas vidas com pessoas tão vazias quanto, por algumas horas de nossos dias. E assim vamos indo, de ‘match’ em ‘match’, tentando, sem sucesso, afastar a solidão e essa carência, que insiste em ser característica dos seres humanos sensíveis.”

Leia na íntegra aqui

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